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Apresentação

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O Sistema Nacional de Informação Geográfica (SNIG) foi concebido em 1990, com a coordenação do Centro Nacional de Informação Geográfica (CNIG), como uma rede distribuída ligando entre si os produtores de informação georreferenciada, gráfica e alfanumérica, tendo passado a estar à disposição de todos os utilizadores através da Internet em maio de 1995, situação que colocou Portugal numa posição pioneira no domínio das Infraestruturas de Informação Geográficas (IIG).

A coordenação do SNIG é da responsabilidade da Direção-Geral do Território (DGT), enquanto entidade que preside ao Conselho de Orientação (CO-SNIG) desta infraestrutura. Ao CO-SNIG compete a coordenação estratégica do SNIG. A DGT é também o ponto de contacto nacional para a aplicação da Diretiva INSPIRE em Portugal.

Em 2006 iniciou-se uma nova fase do SNIG com um modelo conceptual em conformidade com os princípios e normativos preconizados pela Diretiva INSPIRE.

Em 2014 foi realizada uma renovação do geoportal do SNIG, que incidiu fundamentalmente nos aspetos que se relacionam com as pesquisas no catálogo de metadados e no funcionamento do visualizador e que permitiram introduzir um conjunto de funcionalidades que tornam este portal mais eficiente, mais fácil de utilizar e mais adaptado às necessidades dos atuais consumidores de informação geográfica. O modo de registo dos metadados também foi simplificado.

As componentes do geoportal do SNIG incluem:

  • Catálogo de metadados - permite a conjugação de pesquisa com texto livre, escala, resolução, extensão geográfica, extensão temporal, produtor, categoria temática, temas INSPIRE, título ou tipo do recurso, tipo de serviço, entre outros. Consultar o Catálogo.
  • Publicação de metadados - por formulário no geoportal, através do carregamento/upload de ficheiros de metadados produzidos no MIG Editor ou noutros editores compatíveis com a norma ISO 19139 ou ainda pelo harvesting de outros catálogos. Ver Edição e Publicação de Metadados.
  • Visualizador - visualização de serviços de dados geográficos de diferentes tipos, WMS, WFS, WMTS e de ficheiros locais em diversos formatos, como por exemplo KML ou ESRI ShapeFile, permitindo a exploração integrada de conjuntos de dados geográficos disponíveis em servidores distintos. A visualização integrada de múltiplos dados permite ainda a criação de novos mapas. Aceder ao Visualizador.

Em 2014 o Governo Português promoveu a criação da iniciativa iGEO, um portal de Internet que visa impulsionar a utilização de dados geográficos abertos e que funciona de modo complementar com a infraestrutura SNIG. Pretende-se com a iniciativa iGEO promover o uso da informação geográfica existente em Portugal e alcançar novos tipos de utilizadores.

O IGEO disponibiliza o acesso apenas a uma parte dos serviços de dados geográficos do SNIG, i.e. aqueles que são gratuitos pelo menos para a Administração Pública e academia. O SNIG, por outro lado, tem metadados de conjuntos e serviços de dados geográficos com todo o tipo de políticas de dados, sendo por isso um catálogo muito completo. Importa dizer que o portal iGEO ainda não disponibiliza o acesso a toda a informação geográfica gratuita para a Administração Pública e academia que se encontra registada no SNIG, pois a articulação entre os dois ainda está em desenvolvimento.

O iGEO foi também concebido para promover um acesso fácil e amigável à informação geográfica. Já o SNIG foi desenvolvido para permitir pesquisas de informação geográfica mais avançadas e por isso também mais complexas.

No início de 2015 a DGT iniciou uma nova abordagem em termos de SNIG e INSPIRE que se pretende colaborativa e participada para a criação da visão estratégica/plano de ação denominado SNIG2020, que aposta fortemente na dinamização dos membros da rede do SNIG e num maior envolvimento do CO-SNIG na definição das orientações estratégicas e objetivos gerais da Infraestrutura de Informação Geográfica (IIG) nacional, tal como estabelecido no Decreto-Lei n.º 180/2009, de 7 de agosto, atualizado pelo Decreto-Lei n.º 84/2015, de 21 de maio.

Pretende-se com a visão SNIG 2020 não só dar respostas às exigências e boas práticas da Diretiva INSPIRE como ir também de encontro às expectativas da Administração Pública, empresas e cidadãos para a IIG nacional, nomeadamente no que respeita a uma política de dados que facilite e promova a disponibilização de informação geográfica no SNIG e à dinamização das IIG temáticas, regionais e locais. A concretização e a implementação do SNIG2020 requer o desenvolvimento de um conjunto de atividades de caráter político, institucional, administrativo e técnico, por parte de todas as entidades envolvidas na coordenação, na manutenção e na exploração do SNIG. Estas atividades constituem o Plano de Ação SNIG2020 (PA-SNIG2020).

Saiba mais sobre a Visão SNIG2020 e sobre o Plano de Ação e os Princípios Orientadores SNIG2020.

Para promover a coordenação e desenvolvimento do SNIG e, por inerência, o acompanhamento dos trabalhos de implementação da Diretiva INSPIRE em Portugal, para as quais a DGT é o ponto focal coordenador, é fundamental consolidar a rede do SNIG, que integra todas as entidades sujeitas aos compromissos de Portugal para com a Diretiva INSPIRE e outras entidades públicas produtoras e disseminadoras de informação geográfica. Cada entidade tem a responsabilidade de indicar uma pessoa para efeitos de coordenação geral e da implementação da Diretiva, para além de identificar o(s) gestor(es) de Metadados da entidade, podendo optar pela nomeação de uma única pessoa para estas funções. Ver Rede SNIG.

Consulte os acessos dos utilizadores ao geoportal do SNIG e do iGEO.

Saiba mais sobre a evolução do SNIG.